A confiança dos consumidores nos produtos lácteos fluidos na China está gradualmente sendo restaurada, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação para Qualidade da China. Cobrindo 24 marcas em 22 cidades grandes e médias, a pesquisa mostrou que o índice de confiança está em 75,6 pontos de 100, que é 3 pontos maior do que no ano passado. "O resultado sugere uma recuperação gradual da confiança no mercado de leite fluido da China", disse o presidente da Associação de Lácteos de Guangzhou, Wang Dingmian.
No entanto, ele disse também que o índice de confiança dos consumidores na China já chegou a ser 90%. "As companhias de lácteos chinesas e as autoridades de regulamentação ainda precisam fazer grandes esforços e mudanças para garantir a qualidade dos produtos lácteos", disse ele.
A pesquisa mostrou que os consumidores chineses estão principalmente preocupados com a segurança dos produtos lácteos, incluindo o abuso de aditivos alimentícios. "Muitos problemas existem na indústria de lácteos, incluindo a publicidade exagerada, a baixa pureza do leite, o uso imprudente de aditivos, a temperatura ultra-alta de esterilização, que reduz a nutrição do leite". A China, agora, consome 35 milhões de toneladas de produtos lácteos por ano e grande parte dessa demanda é por produtos fluidos e frescos. A reportagem é do China Daily.
Fonte de :
MilkPoint – 08/09/2011
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viernes, 9 de septiembre de 2011
Pesquisa mostra mais confiança em produtos lácteos na China
martes, 6 de septiembre de 2011
Representantes do setor lácteo defendem incentivos para práticas sustentáveis
Representantes do setor lácteo defendem incentivos para práticas sustentáveis
O produtor de leite precisa de incentivos e de remuneração pela adoção de práticas que resultem na redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE’s) na atividade. A avaliação foi feita ontem pelo diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Federação Internacional de Lácteos, Stanislav Jas. Ele foi um dos participantes do painel “A produção global de lácteos e os desafios de reduzir emissões de gases”, que reuniu representantes do setor leiteiro durante o primeiro dia do Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento da Agropecuária e Respeito ao Clima, que acontece desde ontem e hoje em São Paulo. “O desafio da sustentabilidade não é fácil. Além da questão ambiental, deve levar em conta os aspectos econômicos e sociais e um grande trabalho de conscientização de toda a cadeia, desde a propriedade até o consumidor”, disse o diretor da entidade, sedia em Bruxelas (Bélgica) e que reúne países responsáveis por 86% da produção mundial.
Outro fator que pode contribuir para a produção sustentável de leite é o investimento em pesquisa, para que o pecuarista tenha ganhos não apenas na parte ambiental, mas também na rentabilidade e na eficiência da produção. “Não há como melhorar sem avaliar a produção. As soluções para resolver os problemas de emissão de gases precisam ter base científica e compromisso de todos os representantes da cadeia produtiva, a partir da colaboração e do diálogo”, acrescentou Jav. Ele avaliou que a demanda por proteína animal em todo o mundo é cada vez mais crescente. Desta forma, o segmento lácteo quer estar preparado para atender a necessidade do mercado consumidor. Ele falou, ainda, sobre experiências de sucesso em alguns países, voltadas para a produção leiteira sustentável, a partir de técnicas eficientes de manejo de pastagens, reciclagem de embalagens e sistemas agropastoris.
Leia a matéria na íntegra.
http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/representantes-do-setor-lacteo-defendem-incentivos-para-praticas-sustentaveis
Canal do Produtor – 05/09/2011
O produtor de leite precisa de incentivos e de remuneração pela adoção de práticas que resultem na redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE’s) na atividade. A avaliação foi feita ontem pelo diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Federação Internacional de Lácteos, Stanislav Jas. Ele foi um dos participantes do painel “A produção global de lácteos e os desafios de reduzir emissões de gases”, que reuniu representantes do setor leiteiro durante o primeiro dia do Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento da Agropecuária e Respeito ao Clima, que acontece desde ontem e hoje em São Paulo. “O desafio da sustentabilidade não é fácil. Além da questão ambiental, deve levar em conta os aspectos econômicos e sociais e um grande trabalho de conscientização de toda a cadeia, desde a propriedade até o consumidor”, disse o diretor da entidade, sedia em Bruxelas (Bélgica) e que reúne países responsáveis por 86% da produção mundial.
Outro fator que pode contribuir para a produção sustentável de leite é o investimento em pesquisa, para que o pecuarista tenha ganhos não apenas na parte ambiental, mas também na rentabilidade e na eficiência da produção. “Não há como melhorar sem avaliar a produção. As soluções para resolver os problemas de emissão de gases precisam ter base científica e compromisso de todos os representantes da cadeia produtiva, a partir da colaboração e do diálogo”, acrescentou Jav. Ele avaliou que a demanda por proteína animal em todo o mundo é cada vez mais crescente. Desta forma, o segmento lácteo quer estar preparado para atender a necessidade do mercado consumidor. Ele falou, ainda, sobre experiências de sucesso em alguns países, voltadas para a produção leiteira sustentável, a partir de técnicas eficientes de manejo de pastagens, reciclagem de embalagens e sistemas agropastoris.
Leia a matéria na íntegra.
http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/representantes-do-setor-lacteo-defendem-incentivos-para-praticas-sustentaveis
Canal do Produtor – 05/09/2011
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miércoles, 31 de agosto de 2011
Advierten que se avecina “una crisis en la lechería
“Debido a causas estacionales y económicas la lechería está ingresando en una situación de crisis”, afirmó a AIMCampo el vicepresidente de la Federación de Cooperativas (Fedeco), Edelmiro Oertlin, quien agregó: “durante la primavera y el verano crece la producción de leche, lo que sumado al aumento de los costos y el cierre de las exportaciones, genera un cuello de botella, un desfasaje entre la oferta y la demanda, que repercute directamente en el productor”.
En diálogo con este suplemento, el cooperativista señaló “el desfasaje entre la oferta y la demanda de los productos lácteos, en el que confluyen problemas estacionales como la ampliación de la producción en el periodo primavera verano, y factores económicos como el aumento de los costos, el cierre de las exportaciones, las dificultades para acopiar lo producido, y el retraso cambiario, perjudica a los productores lecheros al limite de significar un crisis para el sector”.
Falta demanda
“La lechería produce, pero no tienen los mercados suficientes para venderlo, no tiene demanda en el mercado interno, esto obliga a los productores a acopiar la leche por un periodo de cuatro a seis meses, hasta el otoño cuando crece nuevamente el consumo”, ilustró Oertlin, quien agregó: “esto significa un problema porque exige capacidad de acopio y conservación, porque si bien la leche en polvo puede perdurar, debido a que no tiene humedad, los quesos por ejemplo necesitan cámaras acondicionadas, y durante largos periodos, se vuelve muy costoso”.
La mesa de los argentinos
“Es una cadena de incongruencias, porque vamos a la góndola y los productos lácteos están cada vez más caros, al consumidor no le llegan más barato, a pesar de los malos precios con que se paga al productor, es decir que no se está defendiendo la mesa de los argentinos como gusta decir el gobierno”, aseguró a AIMCampo Oertlin, y agregó: “por eso necesitamos que se pongan a analizar estos temas, más allá de los caprichos de los funcionarios”.
“Si tuviéramos un tipo de cambio adecuado, y no retrasado como está hoy, y se pudiera exportar el sobrante del consumo interno, sostendríamos el precio en el país, y evitaríamos las serias complicaciones que atraviesan los productores lecheros por la falta de demanda, y el crecimiento de la producción en esta etapa del año”, indicó Oertlin, y añadió: “el precio del litro de leche actualmente ronda los 1,40 pesos, pero de acuerdo a los costos de producción debería estar alrededor de 1,60”.
Lecherialatina.com
En diálogo con este suplemento, el cooperativista señaló “el desfasaje entre la oferta y la demanda de los productos lácteos, en el que confluyen problemas estacionales como la ampliación de la producción en el periodo primavera verano, y factores económicos como el aumento de los costos, el cierre de las exportaciones, las dificultades para acopiar lo producido, y el retraso cambiario, perjudica a los productores lecheros al limite de significar un crisis para el sector”.
Falta demanda
“La lechería produce, pero no tienen los mercados suficientes para venderlo, no tiene demanda en el mercado interno, esto obliga a los productores a acopiar la leche por un periodo de cuatro a seis meses, hasta el otoño cuando crece nuevamente el consumo”, ilustró Oertlin, quien agregó: “esto significa un problema porque exige capacidad de acopio y conservación, porque si bien la leche en polvo puede perdurar, debido a que no tiene humedad, los quesos por ejemplo necesitan cámaras acondicionadas, y durante largos periodos, se vuelve muy costoso”.
La mesa de los argentinos
“Es una cadena de incongruencias, porque vamos a la góndola y los productos lácteos están cada vez más caros, al consumidor no le llegan más barato, a pesar de los malos precios con que se paga al productor, es decir que no se está defendiendo la mesa de los argentinos como gusta decir el gobierno”, aseguró a AIMCampo Oertlin, y agregó: “por eso necesitamos que se pongan a analizar estos temas, más allá de los caprichos de los funcionarios”.
“Si tuviéramos un tipo de cambio adecuado, y no retrasado como está hoy, y se pudiera exportar el sobrante del consumo interno, sostendríamos el precio en el país, y evitaríamos las serias complicaciones que atraviesan los productores lecheros por la falta de demanda, y el crecimiento de la producción en esta etapa del año”, indicó Oertlin, y añadió: “el precio del litro de leche actualmente ronda los 1,40 pesos, pero de acuerdo a los costos de producción debería estar alrededor de 1,60”.
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