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viernes, 20 de abril de 2012

Melhoramento dos forrajes para o gado

Compartilho hoje algumas sugestōes para o melhoramento dos pastos e melhoramento do alimento para o gado planteado para climas mais templados, publicado por Michigan State University. Pequenos grãos como cevada, aveia, triticale, trigo podem ser culturas forrageiras excelente sob a forma de pastagem, feno e silagem. Com clima incerta nesta primavera e no Verão, planejamento de frente com o plantio de grãos pequenos como um corte de emergência é uma boa idéia. Postado em 10 de abril de 2012 por Min. Doo-Hong, extensão de Universidade de estado de Michigan pequenos grãos como cevada, aveia, triticale, trigo podem ser culturas forrageiras excelente sob a forma de pastagem, feno e silagem. Estes pequenos grãos são um cool-temporada anual e no caso da cevada, aveia, Primavera triticale, devem ser plantadas na Primavera. Trigo de Inverno e triticale do inverno devem ser plantadas no Outono. Dado que o tempo parece ser muito incerto nesta primavera e verão, planejamento antecipado e plantar grãos pequenos como um corte de emergência pode ser uma boa idéia. Seleção pequena de grãos de cevada: Cevada pode produzir boa qualidade silagem ou feno, mas tonelagem pode ser um pouco menor do que a aveia e triticale. Cevada pode ser melhor estabelecida em solos bem drenados e não executa bem quando cultivadas em solos de texturas pesados. Cevada pode ser plantada no início da Primavera, porque a cevada é as mais antigo período de maturação espécies de pequenos grãos. Semeadura variam de taxas entre 120 e 150 libras pelo acre. Aveia: Aveia é uma forragem de grãos pequenos mais amplamente cultivado em Michigan e melhor adaptada para resfriar solos molhados de cevada. Aveia pode produzir o rendimento mais elevado entre os pequenos grãos e pode ter forragem de qualidade muito elevada quando são colhidas na fase de arranque. Aveia pode ser plantada em Maio e taxa de propagação é 65 a 80 lbs. pelo acre. Centeio: Centeio é um dos mais tolerantes a frios pequenos grãos e está bem adaptado aos tipos de solo ampla. Centeio pode ser bom para pastagem de Primavera. Forrageira qualidade e palatabilidade diminuir rapidamente com a maturidade. Taxa de semeadura é 90 a 100 libras pelo acre. Triticale: Triticale é uma cruz entre o trigo e centeio e está bem adaptado a uma variedade de solos e faz bem em solos arenosos. Tolerância ao pH do solo baixo é melhor do que o trigo, mas não tão bom como centeio. Triticale é mais adequado como pasto de feno ou silagem. Taxa de semeadura é 120 a 150 libras pelo acre. Trigo: Trigo tem bom potencial para a produção de pastagem, silagem ou feno. Trigo de Primavera pode ser plantado no início da Primavera e pode suportar solos wetter de cevada ou aveia, mas tende a ser menos tolerante a solos mal drenados de centeio ou de triticale. Taxa de semeadura é 120 a 150 libras pelo acre. Colheita de grãos pequenos para forrageira fase de maturidade na colheita pode fazer uma influência significativa na qualidade e rendimento de grãos pequenos. Decidir quando a colheita pequenos grãos para forragem será determinado pelos requisitos de forrageira da exploração. Em geral, existem três estágios de maturidade para pequenos grãos – inicialização, leite e massa de pão. A fase de inicialização é o momento quando a cabeça está entre a bainha da folha mais alta. O estágio de leite é quando a cabeça de grãos libera uma substância líquida branca quando aberto. O estágio de massa é quando a cabeça de grãos começa a girar para uma consistência pastosa. Como a planta amadurece desde a fase de arranque para a fase de massa, forrageira qualidade diminui, enquanto aumenta o rendimento. Se o objetivo é a colheita de alimentação de alta qualidade, pequenos grãos para forragem devem ser colhidos na folha bandeira à fase de arranque. Por outro lado, se rendimentos elevados são o objetivo, colheita deve ocorrer na fase final de massa. Se um compromisso for desejado, pequenos grãos devem ser colhidos na fase inicial de massa. Se a colheita de grãos pequenos é atrasada passado a fase tardia da massa de pão, a forragem pode ser seca demais para ensile. Desde pequenos grãos podem progredir de inicialização à fase de massa em um período relativamente curto de tempo, eles devem ser vigiados de perto a colheita em seu tempo de destino. Considerações nutricionais em geral, forrageira de pequenos grãos são baixos em minerais para que forrageira testes é recomendada para fornecer gado uma ração adequadamente equilibrada. Suplementos minerais contendo magnésio geralmente são usados quando o gado pastando em pequenos grãos de pastagem para minimizar a ocorrência de tetania grama. Pequenos grãos forragens também podem causar inchaço e alimentação de feno de grama de alta qualidade, silagem e/ou um ionóforo como Rumensin ou Bovatec pode fornecer certa proteção contra o inchaço. Veja texto completo Com tabelas e estudo MSU

jueves, 20 de enero de 2011

NOTICIAS TÉCNICAS DE GANADERÍA

A CONTINUACIÓN TITULAMOS LAS NOTICIAS  TÉCNICAS GANADERAS ENCONTRADAS ESTA SEMANA QUE SE ENTREGAN DE TEXTO COMPLETO A LOS SUSCRITOS A NUESTROS CORREOS GRATUITOS INSCRIBASE ENVIANDO SUS DATOS A ghs2472@yahoo.com

BRASIL-
-RECOMENDACIONES PARA MANEJO DE TERNEROS DE BUFALO.
-CONCEPTOS CLAVE PARA MEJORAR LA FERTILIDAD DE LOS POTREROS
- ALTERNATIVA CON LA PAPA Y EL GANADO EN MINAS GERAIS

 COLOMBIA
CESARIA CON EMBARAZO ECTOPICO
VARIEDADES DE YUCA FORRAJERA PARA EL GANADO

NUEVA FERIA GANADERA EN COLOMBIA

NUEVA ZELANDIA-
TENDENCIAS DE LA LECHE EN POLVO

USA-
ALIMENTOS ALTERNATIVOS PARA EL GANADO- SEGÚN UNIVERSIDAD DE ILLINOIS
RECOMENDACIONES PARA PREVENCION DE MASTITIS
NUEVA CONFERENCIA DE PASTOS Y FORRAJES

VENEZUELA
NUEVO EVENTO OVINO EN VENEZUELA

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OTROS TEXTOS
-SILVOPASTOREO EN FORMA SIMPLE

-CHARLA SOBRE GESTION GANADERA

-TIPOS DE INVERSIONES GANADERAS

-PRODUCIR LECHE POR CANTIDAD O CALIDAD

- CONSEJOS PARA SOBREVIVIR CON LA PRODUCCION DE LECHE

domingo, 28 de noviembre de 2010

Análisis coste / beneficio de las Pruebas de forraje es favorable


Análisis coste / beneficio de las Pruebas de forraje es favorable


Denise Schwab, la especialista de la carne del centro de Extension de la Univercidad Universidad del programa que está ayudando a dirigir el proyecto, dijo que los productores que no están seguros sobre cómo participar en el proyecto deberían hacer algunas preguntas comenzando con, "¿Cuál es el costo / beneficio de la ración de las pruebas de la cosecha de heno de 2010?"

"La prueba es sencilla y el coste es bajo. A través del proyecto del CIB, la proporción es de apenas 6,19 dólares gracias al patrocinio de la hierba base de Ganadería del Grupo de Trabajo del Centro Leopold, el forraje de Iowa y el Consejo de pastizales y el sur de Illinois y el Comité de forraje ganado ", dijo Schwab. "Los beneficios son: usted es capaz de satisfacer mejor las necesidades nutricionales de su manada, mientras que el control de costos de los piensos y los residuos."

Si los productores todavía no están convencidos, la señora Schwab, sugirió que la pregunta más importante podría ser, "¿Cuál es el costo si usted NO prueba forrajes?"

Miró a los resultados de las muestras iniciales del proyecto y encontró algunos resultados alarmantes. Alrededor de la mitad de las muestras de heno había energía insuficiente para mantener una vaca final de la gestación, y un 20 por ciento eran insuficientes en proteínas.

"Una vaca de carne madura 1,350 libras comiendo de más de 30 libras de heno por día en estos niveles en realidad sería perder una libra y media por día, o la mitad de una condición corporal por mes durante el final de la gestación", dijo Schwab. "Eso definitivamente no es lo que quieren ver en sus vacas."

Ramificaciones de un rebaño perder 1,5-2 puntuaciones de condición corporal (CC) entre hoy y el parto son costosos de varias maneras, dijo Schwab.

"Las vacas que son demasiado delgadas en el parto suelen tener una mayor incidencia de dificultad de parto y más débiles los terneros al nacer. Además, sus crías tienden a tener menor peso al destete ", dijo. "Vacas flacas también producen menor volumen de calostro con niveles más bajos de inmunoglobulinas que las vacas en una condición corporal de 5 o 6, y sus crías tienen una menor resistencia a las enfermedades.

"Por último, las vacas que tienen una condición corporal por debajo del 5 al parto tienen un retorno más lento al inicio del estro, dando lugar a los terneros más tarde en los años siguientes. Sólo dos terceras partes de las vacas en un BCS de 4 en el momento del parto en bicicleta 90 días después del parto. "

Conocer la composición de su heno es de vital importancia en la toma de decisiones que respondan a las necesidades nutricionales de su manada y, a su vez, tienen un efecto más positivo en su funcionamiento, Schwab dijo. En menos de siete dólares por muestra como parte de este proyecto, las pruebas de forraje es una inversión económica en la salud de su hato.

Para obtener más información sobre el proyecto de pruebas de forraje, en contacto con su oficina local de Extensión de ISU.
fuente.TheCattleSite Información Noticias

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miércoles, 22 de septiembre de 2010

TAMAÑO Y FORMA DE LOS ALIMENTOS PARA EL GANADO




Para Alimentar el ganado se debe tomar en cuenta el tamaño y textura del alimento que se da al ganado bovino.
Existen hábitos o mitos sobre como dar los alimentos alrededor de muchas haciendas de la ganadería latina.
Hay quien cree que mejor es el bloque "multinutricional" porque se dan todos los nutrientes juntos; o se debe dar el pasto, o fibra simplicar o picado en partículas muy pequeñas.
Para todos, los bloques no sirven para la eficacia de resultados, sino para otras funciones que no necesitan de resultados homogéneos del ganado.
La experiencia a campo nos indica, que nuestra recomendación debe considerar el tipo de ganado y el tipo de explotación de que estamos hablando. Para muchos ganaderos,la idea de que los forrajes son necesarios para las vacas de leche, y que el tamaño de las partículas de los forrajes es importante fue aceptado hace mucho tiempo.
Investigadores como McCllough sugiere que relaciones optimas para vacas de leche garantizan una relación (f:C) entre 40 de forraje x 60 de concentrado y de 60 forraje :40 concentrado.
Ya Mertens desarrollo un sistema que usa a concentración de FDN(Fibra Detergente Neutra) y el requerimiento de energía de las vacas para determinar la relación de fibra: concentrado, donde se busca maximizar el consumo de forraje en el ganado. Ejemplo, cuando la mayor parte de la fibra en dietas de vacas lecheras proviene de fibra larga o forraje groseramente picadas,FDN también puede ser usado parar formularlas raciones con fibra mínima.
Por otro lado, se sabe que los novillos cebados sobreviven y son mas productivos por periodos pequeños, de hasta 120 días, con dietas de poca fibra.
La vaca lechera, a largo plazo depende del consumo de forraje para su salud y para la productividad, para estimular el funcionamiento normal del rumen y garantizar el porcentaje de grasa de la leche.
La verdad es que no se puede establecer una receta con una medida de valor absoluto para la producción animal, que deba establecer un tamaño único y optimo de la fibra picada para el ganado. Aun que se maneje el ganado de leche bajo condiciones donde el único forraje es la caña de azúcar, y se recomienda que si ella sea picada lo sea preferiblemente de 2 a 3 cm para mejor eficiencia de uso de sus nutrientes.
Enfatizamos que es necesario el suministro de los minerales, de alta asimilación, de mejora calidad. Los minerales según la literatura como el National Research Counsil, debe ser consumido ad Libitum.
Según los resultados del país mayor exportador mundial de carne, que es el Brasil, los minerales en polvo proporcionan los mejores y mas eficientes resultados y nunca bajo la forma humedecida o otras formas. Y mas aun, cerca de 60% del ganado de este país, usa LOS MINERALES EN LA FORMA ORGÁNICA .
Otro texto extenderemos mas sobre la efectividad de la fibra.

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Otros temas relacionados.
- YUCA COMO ALIMENTO PARA EL GANADO
- ALIMENTACION A PASTO
- ALGUNAS RAZONES DE PORQUE NO DAR CAMA DE POLLO A LOS BOVINOS
- INTENSIFICACIÓN DE PASTO Y PASTOREO DE BOVINOS
- VIDEO DE COMEDEROS DE VINIL PARA LA CEBA

LIBROS:
-Alimentacion de ganado bovino con dietas altas en granos (Libros de textos) (Spanish Edition)
-Produccion de Carne Con Pastos y Forrajes (Spanish Edition)
Produccion de Carne Con Pastos y Forrajes (Spanish Edition)







miércoles, 1 de septiembre de 2010

CONSEJOS PARA PRINCIPIANTES EN HACIENDAS DE LECHE

.

Para iniciarse en la producción lechera debemos planificar que vamos a sustentar, que raza y con cuanto alimento, espacio e infraestructura.
Algunos consejos para iniciarse en la producción de leche son básicos pero muchas veces olvidados en la Ganadería Latina.
En lineas generales los consejos para arrancar son visualizar el objetivo, medir los rendimientos y planificar como llegar a esas metas de producción de leche de ganado.
Medir la producción de las vacas es uno de los primeros pasos si queremos crecer en nuestra producción. En la ganadería lechera y en la doble propósito existen dos variables que se deben medir y equilibrar. El ganado debe reproducirse todos los años y mantener su curva de lactancia o mejorarla. Lo que enfocaremos es como medir la producción. Algo muy comun es que el productor se enfoca en el volumen total, si lo llega a hacer de la produccion, este caso es comentado en engormix en un articulo donde citan una rutina en varios sectores de la ganaderia latina, el productor ve cuanto produjo su finca por si lleno o no la cantina de leche, y sacar los costos y beneficios finales de la venta de quesos, de ganado (caso doble propósito) y los descartes.
Algunas haciendas por mala planificación llegan a descartar hasta un 30% de su ganado por no mantener los indices reproductivos y a su vez bajar los indices de producción de leche.
Pero que debemos saber. Básico claro esta debemos saber la historia de las vacas, si sus madres y abuelas fueron o no buenas productoras, y si son de raza lechera. Con que toro o semen fueron cruzadas para saber la calidad que estamos generando, y si sus hermanas son buenas productoras. Todos estos factores genéticos contribuyen a que existan mas probabilidades de tener una vaca productora. (Noticias Rural 30 agosto 2010)
Debemos medir básicamente fecha en que el becerro nació o la vaca pario, para saber en que estado de la lactancia esta la vaca en condiciones ambientales o nutricionales buenas se habla de 244 días en doble propósito a 305 días en lecherías o ganadería de leche intensivas. fuente
Cuando la vaca volvió a quedar preñada.
Y diariamente medir el peso de la leche producida por vaca. Eso es importante por varios factores, primero poder comparar la producción o habilidad genética que tiene cada animal, y poder llevar la curva de lactancia por cada una de las vacas, dado a que las condiciones ambientales y nutricionales si existe suficiente agua, mineral y forraje y concentrado para todos los animales y tienen buenos comederos hablamos que tienen las mismas condiciones, y para evaluar si existen variaciones por efecto de cambios de dieta, estrés entre otros.
Para entender un poco mas, la curva de lactancia consta de dos periodos marcados. Uno inicial donde la producción de leche es alta y sobrepasa a la in gesta de materia seca por animal y por ende el animal pierde peso y condición física. Y una segunda etapa ya las vacas se recuperan en peso y su lactancia se equilibra hasta que acaba la lactancia.
Estas mediciones con detalle nos dan una base no solo para saber cuanto produce cada vaca, si no poder comparar lo que producen versus el costo de mantenimiento de las mismas, y poder tomar decisiones con datos, de que vacas eliminar, si es necesario mejorar la dieta pre-parto de minerales y alimentos adecuados o una restructuración del ambiente para que el ganado consuma mas materia seca y por ende se mantenga mejores condiciones corporales.
La importancia de verificar el peso del animal, versus la curva de lactancia cobra mas importancia cuando se evalúa y se busque el equilibrio de indices reproductivos para tener como se dice un becerro al año.


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RAZONES POR LAS QUE BAJA EL CONSUMO DE MATERIA SECA EN GANADO BOVINO
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CALCULAR PARA SABER SI SE VENDE O NO PARTE DEL REBAÑO
CURSO DE GANADERÍA EN BRASIL 2011








martes, 24 de agosto de 2010

PROBLEMAS ASOCIADOS AL COLOR DEL ENSILAJE PARA EL GANADO

Tomado de artículo de Pen state University por Rober j Vansaun y Jud Heinrichs, Traducido y adaptado por ganaderialatina.com
Cuando hacemos ensilaje de forrajes para el ganado, comúnmente para el ganado bovino, debemos que tomar en cuenta muchos aspectos sobre la temperatura, la calidad del forraje o pasto, o fecha de corte para que tenga la mayor cantidad de proteína y proteína de calidad con fibra asimilable para el ganado.

El ensilaje es usado para alimentar el ganado bovino cuando existen limitaciones de pasto o forraje natural y en condiciones de humedad que no permiten secar heno.
El proceso de ensilaje es una fermentación anaerobia de microorganismos de azucares al ácido láctico, bajando el ph (4.5)de los forrajes hasta un punto que impide futuras fermentaciones microbiano.
Existen muchas alternativas de ensilaje, y se puede ensilar desde los pastos sembrados con alto contenido de proteína, maiz, sorgo, caña de azucar, girasol entre otros cultivos.
La idea con un buen ensilaje de forrajes para ganado es bajar rápidamente el ph e impedir o minimizar las perdidas de nutrientes del alimento para ganado. Todo proceso de ensilaje se inicia con un proceso Aerobico que debería ser rápido hasta que se elimina el oxigeno, por ello la importancia de su cierre hermético, y control
Una forma de observar si existió o no problemas en el ensilaje o luego con su almacenamiento es observado el color del mismo. Debemos saber que para el ganado es importante dar alimentos de buena calidad y que no vallan a ocasionar enfermedades gástricas severas por ello la importancia de hacer un proceso de ensilaje adecuado.
Por ello el color del ensilaje puede indicar errores de fermentación del ensilaje y vamos a describir breve mente uno a uno para ser tomados en cuenta.
a. Ensilaje amarillento, con un hedor a vinagre, indica que tiene una concentración excesiva de ácido acético,
b.Cuando el ensilaje tiene su color normal con olor a Alcohol, y es básicamente por la producción o ethanol en el ensilaje.
c.Cuando el ensilaje tiene un olor dulce, y su color es normal indica una producción de ácido propionico.
d.Cuando el ensilaje tiene un olor a manteca fermentada, y su color es verdoso, significa una producción de ácido Bultrico.
e. Cuando el ensilaje tiene un olor a tabaco, y color marrón, es significado de elevadas temperaturas e indica una mala fermentación
El ensilaje normalmente no tiene olores,gracias a la producción de ácido láctico.
Una mala fermentación, genera formación de hongos o bacterias no beneficiosas para el ganado. Debemos observar las características físicas y químicas, observando el alrededor del bunker, donde debería tener una cubierta homogénea evitando al mínimo la entrada de aire, y mientras mas exposición tenga el ensilaje al oxigeno mas propenso esta ese alimento a mayor fermentación con microorganismos.
Por ello al hacer ensilaje para el ganado debemos estar bien asesorados por un nutricionista o veterinario, y evaluar la calidad del silo.


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lunes, 16 de agosto de 2010

Razones por que baja el consumo de materia seca del ganado Bovino

Existen varias razones para que el ganado bovino baje el consumo de materia seca, a saber, que consiste en un bajo consumo de los nutrientes necesarios para la reproducción del ganado, en resumen, para producir mas carne y mas leche bovina. Que son: la energía, la proteína, los minerales y las vitaminas.
Una de las razones principales en la ganadería latina para el bajo consumo de estos nutrientes nuestro ganado, es una cuestión de "cultura" de las personas responsables por la gerencia en los distintos sistemas de producción bovina.
Conocemos centenas de Ejemplos que sustenta esta asertiva:
1. Año tras año, mueren miles de animales bovinos, en varios países de nuestro continente y en lo que llamamos la ganadería latina, a causa de hambre, por la inexistencia de pasto. Sea pastos de buena calidad y cantidad suficiente para las necesidades del ganado, durante los 365 días del año.
2.Es demasiado conocido que hace mas de 500 años ya se conocen las tecnologías para producir forraje de calidad para suplementar a los animales en los periodos críticos del años.
3.Muchos productores no leen, muchos se olvidan y pocos se preparan para producir de modo racional, durante todo el año alimento para el rebaño.
4.Entonces hay de todo, desde el sobre pastoreo, con exceso de animales (toros, vacas) de acuerdo a la cantidad de forraje existente. Por lo que ocasiona "bajo consumo de nutrientes" por ausencia de pasto, en consecuencia alta deficiencia de nutrientes.
5.En otros casos hay haciendas con sub pastoreo, con baja carga de bovinos, antes de los periodos críticos. Y que ocasiona exceso y sobra de fibra de baja o mala calidad.
6.Un pasto pasado, genera fibra de baja calidad, y esto baja el consumo porque el animal no consigue comer todo el pasto que necesita. Se queda limitado por el alto contenido de FDN entre otras.
7.Otro caso del bajo consumo de materia seca, es la baja calidad de proteína en los pastos. El rumen necesita un 7% de proteína cruda para el mantenimiento de sus funciones normales. Imagínese entonces para las actividades de reproducción y de producción de mas carne y mas leche.
8.Otro punto importante, es la deficiencia de minerales que son de extrema importancia.
9. Destacando alguno de los minerales-Por ejemplo; poca le da importancia a la disponibilidad del cobre asimilable en la dieta, y como tal del cobre en los pastos.Por esto a muchos ganaderos no les importa para nada, la calidad de este mineral traza en el mineral que se suministra a las vacas,becerros y novillos.
10.El fósforo asimilable es uno de los minerales de extrema importancia en toda la cadena de producción de energía para los animales. Debido al trabajo que hace en el rumen para degradar las fibras, para garantizar la efectividad de producción y multiplicación de proteína microbiana. Ademas de ser demasiado conocido el trabajo del fósforo en la reproducción en el crecimiento y en la producción de carne y de leche.
Al hablar de fósforo, queremos recalcar que es fósforo asimilable, no de cualquier piedra molida que muchos venden como fósforo.

Por eso podemos mejorar la in gesta de materia seca en nuestros animales y así mejorar los resultados de producción de carne y leche y de reproducción bovina de nuestra hacienda con mejores gestiones en los potreros.


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Modelos de Comedero para ganado Bovino

Razones por que baja el consumo de materia seca del ganado Bovino


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jueves, 12 de agosto de 2010

Razones para dar sombra a los bovinos

Los bovinos necesitan sombra en algunos casos por razones de temperatura que frecuentemente en la Ganadería Latina son altas, y otras veces por razones sanitarias debemos hacerle sombra a los bovinos.
Sin lugar alguna una de las mejores formas de darle sombra a los animales es manteniendo o sembrando árboles con uso de silvopastoreo, o arboles frondosos. En algunos casos se busca hacer en los comederos o lugares cercanos a la zona de alimentación locales techados.
Existen de aceroli, zinc, tejas, de lona,de paja, y este caso que es hecho con el encerado o lona usada ya camiones. Lo importante es hacer un lugar para buscar varios beneficios en los animales.
Cuando manejamos razas de los bovinos de leche europeas, necesitamos mejorar le las condiciones sobretodo por que debemos buscar que ellos lleguen a comer sobre el 3% de su peso vivo. Este tipo de razas tiene menos tolerancia al calor sufriendo de estrés calo rico.
Abajo indico la foto de un ganado Holandes o Holstein con techo de lona de camión, para ser tomada como una idea para los productores, pero de preferencia debería ser mas ancho, con piso de cemento con pequeña pendiente para su limpieza frecuente de heces, y un canal para desaguar y almacenar y preferiblemente rehusar las heces.

Algunas de las ventajas o usos que se requieren o recomiendan de una zona de sombra o techada para los animales son:
a. Baja la temperatura para los animales reposar, lamer

mineral

, comer forrajes, heno o ensilaje.
b.Bajar el estrés en los bovinos.
c.Mejora la ingesta de alimentos, forrajes al bajar el estrés.
d.Mejora la ganancia de peso en los animales.
e.Mejor lugar para los terneros, sobretodo si se mantiene con facilidades y buena higiene de heces.
e. Buen lugar para recuperar animales intoxicados con enfermedades como Esporodesmina que afecta la sangre de los bovinos que afecta la sangre de los animales y la piel queda muy afectada y es la primera recomendación apartar del sol junto con un protector hepático.

Una buena sombra para el ganado puede variar la temperatura de la zona de suministro de alimentos, o minerales o agua en 5 a 10 grados. Hace varios años visitando un cliente en Machiques, Venezuela donde las temperaturas están alrededor de los 38 grados verificábamos que el cambio de temperatura podía bajar a 8 grados, y esto según las pruebas mejoraba el consumo de alimento por ende mejoraba los rendimientos de leche, y de reproducción.

Ya para mejorías adicionales en los rendimientos se puede buscar colocar ventiladores, o una buena ubicación en conjunto con arboles para dar sombra y refrescar aun mas el ambiente para el ganado.


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Llega la sequia y estamos preparados?




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viernes, 6 de agosto de 2010

Vídeo de técnicas de pasto con Braquiaria Brizanta



Vídeo de pastoreo, y pastos.
Hoy muestro un breve vídeo sobre pastos y gramineas, original de Nelore Brasil. Coloco breve traducción del vídeo.
En el vídeo de Youtube habla:
De la hacienda Bacori , 600 ha con 80% de braquiaría brizanta, con sorgo.
Insistimos que en la ganadería Latina debemos reforzar la nutrición de bovinos a pasto, y ser cada día mas eficientes
Muchas veces el cultivo mixto es hecho entre las cosechas.
Se adoba con fósforo y potasio, como forma de mantenimiento
Y Nitrógeno el 50 kg por hectárea en el mes de febrero que es el final de las lluvias en la zona sur del continente americano. Da un respiro extra a los pastos para aumentar la productividad. En el caso de la parte central o del trópico del continente americano y el norte, el periodo para aplicar el nitrógeno seria para noviembre aproximadamente al final del periodo de lluvias.
ademas de la reserva para el ganado de los pastos es utilizado la caña de azúcar como una reserva de un 50 % del forraje dado en el periodo de sequía.
Debemos pensar la importancia, de prevenir el periodo seco, sembrar forrajes de reserva como la caña de azúcar y aumentar el volumen y calidad del pasto producido con abono anual de los pastos para bovinos.
Adicionalemente, la integración de pecuaria con producción agrícola, baja los costos de abono aumentando la producción en dolares, reales, etc.. por metro cuadrado al producir un sub-producto asociado como maíz, o sorgo con pasto dando un beneficio adicional al productor.
Y con esa integración abonar, primero inicialmente con una implantancion de los potreros, y luego anualmente dar una reposición de nutrientes a los suelos, que dependiendo de las zonas se puede hacer de forma química, y en algunas haciendas o vecinos de forma orgánica, con el abaratando anualmente los costos de abono con la utilización del desecho de heces del ganado.



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jueves, 5 de agosto de 2010

Intensificación de Pastos y Pastoreo para la nutrición de los bovinos

Cuando hablamos de intensificacion de pastos y pastoreo para mejorar la nutrición de los bovinos, buscamos la mejoria con tecnologías de la eficiencia de produccion de materia verde, capacidad de carga animal en el la misma area.


Cuando hablamos de ganaderia extensiva, que frecuenta en varias regiones de Brasil, y sumamos que en varias regiones de la Ganaderia Latina, y considerando area de pastoreo es el uso ineficiente del recurso o pastos, sin manejos o rotacion de potreros, con una carga animal minima, y donde el productor no invierte en mantenimiento de los recursos.


Cuales pueden ser algunas de las ventajas con la intensificación del uso del pasto?

a. Ambiental.Basicamente, revertimos al intensificar el uso de pastos aumentar la produccion de materia verde, como es considerado ya por algunos cientificos que por ejemplo la Brachiaria Humidicola mejora la retencion de carbono en el suelo, y disminuye la emisión de gases para no incrementar el efecto estufa en el medio ambiente.

b. Economia de la ganadería. Al aumentar la capacidad de produccion de pastos, y mejorando la gestion en cuanto a su rotación y mantenimiento, mejoramos el subproducto, en contenido de proteína y energía, y conseguimos aumentar la capacidad de carga animal, mejorando la eficiencia de ganancia de peso, o aumentando la velocidad de rotacion del capital, para una mejoria economica.

Adicionalmente al aumentar la capacidad de carga animal por hectárea se aumenta la productividad de la hacienda, y lo que hace diluir los costos fijos como infraestructura, mano de obra, entre otros.

c. Diversificacion. Al aumentar en un area reducida la capacidad de carga, puede dejarnos espacios libres en la hacienda para de forma indirecta siembra de cultivos para la alimentacion humana, o el cultivo ya bien conocido de arboles como el silvopastoreo, o otras fuentes forrajeras.


Como podemos aumentar o intensificar la gestion con el pastoreo. Primero se debe considerar el abonar con uso de fertilizantes organicos o inorgancos, para mejorar los suelos, el tipo y volumen de producto obtenido del mismo pasto y mismo suelo. Luego debemos aumentar la eficiencia con los potreros, buscando gestionar sea con la forma tradicional de rotacion de potreros que es rotar los animales y dar unos dias de descanso para el rebrote del pasto. A eso hoy en dia se suma, la busqueda de alternativas mas eficientes como lo son evaluar la ecologia de cada sub potrero, para no hacer una rotacion fija, o el uso de cercas electricas movibles para hacer una rotacion de carga, y siempre considerar en esos tipos de rotacion el uso de zonas para alimentacion sea con una suplementacion adicional energetica, proteica y siempre de mineral. No todas las tecnologias pueden ser aplicadas a todo tipo de potreros o de zonas, debemos evaluar, la estructura, la pendiente, entre otros aspectos.


Adicionalemente debemos considerar y aprender sobre que tipo de cerca utilizar, y buscar la mejor alternativa de cercas, no siempre las cercas electricas pueden ser usadas, y a veces no es el tipo de cerca si no su mantenimiento o estructura la que afecta la produccion.


Este articulo es traducido y y resumido de la oferta de un curso de www.Beefpoint.com donde se entrevistan a: Andrea Brasil, y Rodrigo Paniago Especialistas en rotacion de potreros, y profesores del curso que se dicta por beefpoint en Portugues este 18 de agosto, y en el site de Beefpoint tienen el video en portugues sobre el resumen del curso.


GANADERIA LATINA.COM


Intensificación de Pastos Y pastoreo para la nutrición de los bovinos


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viernes, 23 de julio de 2010

Video de Comederos para Ganado de Vinil


Comederos de Vinil, que puede ser útil para alimentación de ganado.
Como dice el vídeo la importancia de su bajo costo para usarlo para suplementacion de forrajes.
Debemos prevenir el tamaño, altura y acceso de los animales para mantenerlos.
Lo usan ya con 600 animales, y en algunos casos han soportado el peso de los animales encima.
Es una buena idea, por lo que los invito a verla y evaluarla.


Produccion de Carne Con Pastos y Forrajes (Spanish Edition)
Alimentacion de ganado bovino con dietas altas en granos (Libros de textos) (Spanish Edition)
CULTIVO DE PASTOS Y FORRAJES

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sábado, 3 de julio de 2010

Llega la Sequía, estamos Preparados?









El primer paso hacia a una ganadería Latina exitosa es romper paradigmas, es romper las viejas tradiciones de “dormir y esperar que la naturaleza decida nuestra suerte”.
La eficiencia de producción y aumento de rentabilidad del ganado, sea de leche o carne, es
dependiente de la calidad y cantidad de forraje, además de la genética, salud y manejo.
À la medida que disminuye la oferta de alimento baja la rentabilidad en la ganadería, aumentan los costos y a lo mejor los perjuicios. Los datos abajo son ejemplos clarísimos para elucidar de lo que estamos enseñando.
La diferencia esta en que edad esta el animal para la matanza, cuando se desteta un bovino a 240 días, y se mantiene una ganancia de peso constante hasta los 450 a 500 kg de peso vivo.
Sobrevivirán a penas los que manejan su ganadería como un Negocio de rentabilidad. Esto implica usar tecnología para aumentar la eficiencia productiva y de esta manera bajar el costo de producción de carne y leche por hectárea.
En una hacienda lechera la importancia de que mantenga la producción de leche y mantener el intervalo de parto bajo, para que sea una producción constante.

El que no gerencia su ganadería como un negocio rentable, dentro de pocos años formará parte de las estadísticas de los que serán botados de la actividad por ineficiencia. Hay Ganaderos que se están dando cuenta de que es altamente rentable invertir en tecnología. Pero todavía son pocos los que tienen índices zootécnicos más elevados de kilos de carne destetados por vaca año, de precocidad al primer parto, y de precocidad al matadero.
Esta llegando el verano, donde el nivel de las lluvias baja, se secan los pastos, baja la cantidad de hojas y aumenta la cantidad de tallos de los forrajes.
Estos hechos hacen bajar la concentración de proteína de los pastos y su asimilación, con consecuente pérdida de peso y hasta muerte de animales, con graves pérdidas económicas, para los ganaderos y para el país, año tras año.
A la llegada del verano existen solo dos formas económicamente viables para no perder más dinero:
1. O vender los animales que van a perder peso que no podemos cubrir sus requerimientos en proteína, energía, minerales y vitaminas,
2. O con anticipación sembramos una oferta de forraje de reserva para que cubra sus requerimientos y compramos los productos adecuados técnicamente para suplir dichos requerimientos.
Independientemente que aun existe algo de lluvias, el pasto ha comenzado a secar. A esto fenómeno lo llamamos “pre-verano”, o entrada de verano.
En este periodo podemos actuar; debemos nutrir nuestros rebaños para suplir lo que mas escasea en nuestros pastos.
Todos los años se creen que al dar solo minerales vamos a cubrir las necesidades del ganado. Algunos aun creen en los bloques minerales con cemento y cal, otros creen en las “Balas o Bolos de mineral”, en harina de hueso, y otros todavía hacen uso de injertables, pero siempre buscando lo más barato para su ganado.
Estos son paradigmas que hay que romper, del que busca disminuir costo eliminando el uso de tecnología. Y además ignora las necesidades del mercado; que el consumidor es que paga la cuenta y exige seguridad de lo que consume. Que la carne y la leche sean producidas sin el uso de residuos tóxicos; de origen animal y de industria.
Los bovinos son Rumiantes y como tal necesitan fibra de alta digestibilidad, proteína y energía. La digestión eficiente de estas fibras depende de minerales y vitaminas; mientras más grandes las exigencias más minerales necesitan los animales.
Las posibilidades son infinitas, hemos visto en el nordeste Brasil la suplementación realizada hasta con cactus. Pero hay otras alternativas como los pastos de corte: pasto elefante, Mombasa, maralfalfa, muchos usan la caña dulce, y pocos usan los granos. Lo importante es evaluar los tipos de pasto según las posibilidades por región, de acuerdo al suelo, clima, humedad.
Proporcionar volumen de buena calidad es lo principal. Luego de sembrado o comprada la mejor opción económicamente viable, debemos considerar las formas más eficiente de manejar, se almacenar; por ensílale o como heno.
Los animales necesitan minerales de alta asimilación 365 días del año. Pero en verano se debe invertir en sales minerales con de fuentes de proteína.
Existen fuentes de minerales orgánicas en polvo, que agregan la urea de forma protegida, para evitar una intoxicación de los animales por exceso de consumo o por una liberación acelerada. Para la utilización de estos minerales con urea se recomienda:
1. Introducir los minerales con urea de forma progresiva para la adaptación de la flora microbiana del rúmen. Es imprescindible que haga bastante forraje disponible
• Primera semana: 1 parte mineral para invierno + ½ parte mineral con urea.
• Segunda semana: 1 parte mineral para invierno + 1 parte mineral con urea.
• Tercera semana: ½ parte mineral para invieerno + 1 parte mineral con urea.
• Cuarta semana adelante: 1 mineral con urea libre consumo.
2. Dar en comederos techados, con pequeños orificios en sus bases para evitar la acumulación de humedad y formación de amonio,
3. Debe darse con cantidades de forraje que cubran las necesidades energéticas del ganado. Recuerde que su ganado necesita al menos 5 a 6 % del peso vivo en pasto.
4. Utilizar minerales preferiblemente de alta biodisponibilidad, excelente fuente de fósforo como lo es el Ortofosfato bicalcico desflourinado.
5. Debemos copiar lo bueno y más rentable de los que explotan la ganadería. Sea en Venezuela, sea en países de clima y pasto similares.
¿Usted se ha puesto a calcular cuanto es el total de dolares que se pierde todos los veranos solo en la merma de peso del ganado, sin tomar en cuenta el retraso en los ciclos de ovulación, retraso en los próximos partos, retraso en la matanza, como lo mostramos en los cuadros presentados?
Lo invitamos a considerar y cuestionar nuestros planteamientos, pero prepárese pues verano llega todos los años.
Autores
Ing. Animal Science - Gabriela Hernandez
Michigan States University
M.V. Nutricionista - Rubens Pinheiro de Souza
Universidade Estadual de Londrina e USP São Paulo
Asesor Nutricional para Tortuga Agraria en Latinoamerica.


Ganaderia Latina


Llega la Sequia, Estamos preparados ?

miércoles, 23 de junio de 2010

Que tecnologías podrían recuperar los pastos degradados?

Debemos partir de la premisa que estos pastos tienen posibilidades de recuperarse.

Por definición el pasto degradado posee sus sistema radicular debilitado y las plantas con un nivel de reservas orgánicas bajas. Es un hecho que en este estado las plantas disminuyen su volumen en el suelo y por ende disminuyen su capacidad de absorción de agua y nutrientes. Según esto el primer inversión inicial según Silva USP/ESALQ 2010:

a.Recuperar el sistema radicular de las plantas y su capacidad de absorber agua y nutrientes, principio básico para asegurar el crecimiento, rebrote y producción de forraje.

b.Las acciones de manejo que permitan lograr ese objetivo:
b.1. Comenzar por reducir la carga animal, para bajar la intensidad de pisoteo en los pastos. De esta forma se favorece el crecimiento o fortalecimiento de las plantas en sus raíces.
b.2. Recuperar los niveles basales de fertilidad del suelo. Buscando recuperar el nivel de nutrientes necesarios para la producción de la especie forrajera que se este manejando.
b.3 Permitir el tiempo con nutrientes, sol y agua para su recuperación.

Que tecnologías podemos usar para recuperar esos pastos.?
Considerando una degradación media, podemos considerar el integrar agricultura con pecuaria. Donde básicamente se rota siembras con rotación de ganado.
Al rotar cultivos con ganado se busca mejorar el costo beneficio de la inversión de abono para que el retorno sea mayor que abonando solo pastos para ganadería.

Rotaciones como maíz, y luego frijoles para una mejor fijación del nitrógeno. Extrayendo los granos para venta o según el costo el maíz puede ser utilizado para el ensilaje
El integrar silvopastoreo, buscando la rotación de cultivos como objetivo que los cultivos ayuden con la concentración de nitrógeno en las plantas, y carbono en los suelos.
Con el objetivo de fijar el nitrógeno esta la siembra de arboles como el saman en el trópico bajo, leucaena en conjunto con pastos.
Existen pruebas buscando integrar producción maderera con pastos, para recuperación de los suelos erosionados, vídeo que coloque un link hace unas dos semanas (ver videos)
Para analizar.
Algunos países que llegan a estar “más desarrollados en ganadería”, es debido a que en alguno momento de su historia fueran obligados a comprender, ajustar:
• la necesidad de generar conocimiento y soluciones para sus problemas
• cómo comprender los límites y requerimientos de cada planta forrajera
• cómo implementar estrategias de manejo de cada pasto
• asegurar estabilidad de las comunidades de plantas en el pasto
• definir la amplitud posible de respuesta animal, posible en pastoreo
• conocer el potencial y aptitud de producción de cada especie.


Algunos investigadores dicen que el productor pecuario del futuro deberá ser de inicio y por encima de todo un excelente agricultor, que comprende y conoce a fondo su principal forraje o pasto y conozca las necesidades básicas de preparación de suelos, siembra abono.
Que sepa dominar las estrategias de manejo de recolecta mas eficientes, y de rotación de potreros que maximice la especie forrajera.

Rubens Pinheiro de Souza.
Asesor Técnico Tortuga Colombia
Gabriela Hernandez S

ENGLISH VERSION
how to save damage grass
First, we have to start at the point that the grass we are talking about have some possibility to save, if not we do not start to ask us how to save it.

By definition the damage grass has its root system weak and the plants with a low level of energy.

It is a fact that plants with these conditions lower its volume in the soil and lower its capacity to absorb nutrients and water. By this fact the first inicial investment by Silva USP/Esalq2010 is:




a.Save Root System and its capacity to absorb water and nutrients; it is the basic principle to ensure growth for newer forage production.




b. Do all actions wich help obtain the following:

1-Start by reducing the animal number over a pastern, to lower intencity foot damage to the grass and to the soil. By this, it will help growth and plants and help to become stronger roots.

2- To save basal level and soil fertility. We have to look to recuperate the nutrients level necesary for the type of grass we are treating. Asking for sellers wich nutrients fits better.

3- Let some time off without cattle to fulfull the minimun level of water, sun and nutrients. Also in critical periods, with dry weather it is recomended this period of rest.




Wich tecnology can we use to save this grass?




In a mediun damage typo of grass we can associate agriculture with cattle. Where basically it is rotated all crops (corn, soybean, wheat) whit cattle rotation.




When it is rotated rotated crops with cattle th objective is to lower the cost benefit ration when it is expended in soil nutrients so the return to the investment is higher than only expendin for in soils nutrients, only for gras for cattle.

Rotate crops like corn an bean to improve nitrogen fixation. Extra grain could be sold or use as silage depending of market prices.

By combinig three crops with cattle and grass, called in some countres as "silvopastoreo" the objective is to rotate crops wich helps with nitrogen concentration in the soil and soil carbom, as a sum of rent by selling wood, fruts, in a future.

To obtain the nitrogen fixation it is found at the tropics some regional threes called saman , leucaena, with a variety of pastern.

There are researches looking to asociate Wood production with pastern, to save damage soils by erosion, there are some vides at followng links in portugues thar explain better this point.

For analysis.

There is a knowledge need to be generated and there are problems solutions that have to be created. We need in the cattle rising at the tropics, innovation and adaptations to the new reality.

We have erery new day to understand more and more the boundaries and necessity of each plant and the ecoloy.

We need to implant new strategies to manage each different type of pasture and soil.

We need to assure plant and ecology stability.

We need to explain or define animal response, to grass and association culture.

-we need to know the total capacity, and type of production of each species.

Some researcher say that the future cattle farmer had to have at the beginning and over all principles has to be a crop producer, and understand well witch plant to use, how are its soils, and know the basic requirements to repair soils, to crop and to nutrient it.

It has to dominate al strategies to manage and to recollect more efficient and rotate crops to obtain maximum benefits and lower damage to ecology and soils.




Rubens Pinheiro de Souza.

Tortuga Colombia

Gabriela Hernández S



Ganaderia Latina


Que tecnologias podrian recuperar los pastos degradados











viernes, 18 de junio de 2010

Alternativa para el Ganado/ La nutrición de Bovinos con GIRASOL

Una alternativa que planteada en la alimentación de ganado es el uso de girasol como fuente de energía para el ganado.
Si por lo que leí, la planta de girasol se adapta a climas extremos pero mas para zonas frías con baja humedad así que es o para zonas donde se aplica la temporada templada donde baja la humedad y baja la humedad que es el invierno del sur del continente o para ganadería de altura.
Es una planta con muy competitiva con un sistema de raíces fuerte que busca los nutrientes.
Entre las recomendaciones básicas para su uso en ensilaje se habla.
Corte entre 90-105 días de plantada. A una altura de 15 cm del suelo.
Cortándose entre 2-3 cm para aumentar su digestibilidad.
Con una humedad aproximada de un 38%.

Al hacer el ensilaje por su alto contenido grasoso, se debe colocar en el suelo una capa de heno para evitar perdidas, y debe hacerse el ensilaje con un proceso de compactado cada 30-50 cm, claro llevando procesos de ensilaje adecuado.

Se puede utilizar según la lectura entre 60 a 80 días después de cerrado el silo.

Por ser un producto con alto contenido graso, debe ser balanceado por un nutricionista para llegar a las necesidades sea de producción láctea, o en caso de ceba para la ganancia de peso diaria.

Esta es una opción para ciertos tipos de clima, pero es viable, y puede bajar el uso de alimento concentrado por su tipo de composición, por lo que sugiero a los lectores evaluar según las condiciones de sus zonas de producción.


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Alternativa para la alimentación del Ganado









miércoles, 16 de junio de 2010

Mejor forraje para Bovinos

Hace un par de semanas coloque un vídeo de Embrapa Brasil, que hablaba de cual es el mejor forraje para Bovinos leche. básicamente hablaban que el mejor pasto era el que se daba en su zona, que debe darse en abundancia y que tenga mejor contenido.
Ahí la mayor importancia de utilizar tecnologías extranjeras pero adaptarlas a la ecología y topografía donde se encuentra la hacienda.
La mejor opción siempre evaluando el contenido bromatologico y comparando todas las opciones, es primero evaluar cual es la oferta local, que podemos sembrar que se adapte a nuestros suelos, que podemos sembrar que crezca con mayor facilidad a el clima donde estamos.
Por ejemplo, la alfalfa es excelente fuente de proteínas, es una leguminosa que no dudaría en recomendarla. Pero si la vamos a sembrar en trópico bajo con temperaturas elevadas, suelos ácidos, mal drenados. Se adaptaría? o perderíamos buena parte de la inversión.
O otro ejemplo la caña de azúcar, excelente fuente voluminosa, como fuente energética es una excelente opción, que se puede ensilar, puede sembrarse en casi todo tipo de suelos, pero nuestra hacienda esta a 3000 metros de altura. Igualmente perderíamos la inversión. Que ganamos si importamos alfalfa y estamos en el trópico bajo.

Por ello si aunque suene básico, se debe hacer una siembra consciente con el medio ambiente, ver plantas que no invadan el ecosistema que existe.

Aun mas básico, saber los costos de implantación, evaluar el retorno de la inversión y hacer una siembra a su totalidad. Nada ganamos con sembrar si trabajar la tierra previamente o no abonar para que la planta de su máxima potencial.

No excluimos que a futuro vamos a sugerir muchas opciones, pero la responsabilidad del productor es cuestionar y evaluar que se adapta a su empresa y a su ecosistema. Que vamos a dar alternativas que leamos interesantes, pero con ello no sugerimos que sean para todos los lectores por que la ganadería Latina varia mucho del trópico bajo al pastos con condiciones de altura y climas extremos.


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Mejor Forraje para su produccion









domingo, 13 de junio de 2010

La importancia del consumo de fuentes forrajeras para el equilibrio de flora bacteriana del rumen del ganado

Muchas veces hemos encontrado productores de ganado haciendo una sustitución indebida de alimento voluminoso por alimento concentrado sin ninguna orientación técnica de un nutricionista. Cuales podemos plantear como puntos de argumento o discusión para evaluar y consultar.
Los costos siempre tiende a ser la medida de gestión de toma de decisiones pero muchas veces esta medida no esta adecuada a las necesidades. Al ser productores trabajamos con un ecosistema de seres vivo en conjunto. El ecosistema de los suelos, en combinación con sus pastos y la interacción animal, el ecosistema de los animales con el medio y el ecosistema o balance del rumen. Los bovinos son rumiantes, y este aunque para muchos es un concepto básico, para otro grupo de productores se conoce pero no comprende el término.
La evolución de los rumiantes, los clasifica no solo por tener los llamados 4 estómagos, si no por el proceso digestivo que realizan a diario donde pueden degradar los hidratos de carbono estructurales del forraje, como celulosa, hemicelulosa y pectina, muy poco digestibles para las especies de estómago simple o no-rumiantes. Básicamente un proceso inicial de ingesta y masticado, que inicialmente es rápido. Luego es regurgitado el bolo a la boca nuevamente para junto con la producción de saliva hecho el proceso de masticación y una mejor eficiencia de absorción de los nutrientes. Los forrajes generan naturalmente ese proceso por su concentración de fibra.
Que sucede cuando damos concentrado de más. Es decir, damos harinas, alimento concentrado comercial de forma descontrolada y no balanceada, ellos tienen presencia de grandes cantidades de carbohidratos rápidamente fermentables, esto hace con que el pH del rumen de los animales que consumen dietas des ese tipo se mantenga en valores más bajos (pH ácido), más favorable para que los microorganismos digestores de aminos y azúcares. Si el pH rumen caen mucho (abajo de 5,5) puede hasta tener una paralización total da digestión de fibra, por inhibición de actividad de los microorganismos que fermentan la celulosa y hemicelulosa. En breves palabras baja la capacidad fisiológica del animal como digestor de carbohidratos complejos con esos PH del rumen.
Por ello no solo el riesgo de una acidosis y sus demás consecuencias si no otro problema que muchas veces es que el ganado recibe alimento concentrado y el NO necesita ni para la ganancia de peso esperada ni para la producción de leche base ese concentrado. Entonces se sustituye un alimento de menor costo y mejor adaptado para el animal, por uno de mayor costo sin proporcionalidad en la dieta y las necesidades de energía y proteína para obtener resultados económicos factibles.

Fuentes: Milkpoint; fcv.unlp.edu.ar


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La Importancia del consumo de fuentes forrajeras








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